quinta-feira, abril 13, 2006

(Leio em HÚMUS, do mestre Raul Brandão - PAPÉIS DO GABIRU - 30 de Dezembro):

A vida é tecida como o linho: um fio de dor, um fio de ternura. Eu intrometo-lhe sempre um fio de sonho.Foi o que me perdeu.

(Depois, em Herberto Helder, HÚMUS - material: palavras, frases, fragmentos, imagens, metáforas do Húmus de Raúl Brandão. Regra: liberdades, liberdade.):

Pátios de lajes soerguidas pelo único
esforço da erva: o castelo -
a escada, a torre, a porta,
a praça.

(e mais adiante):

.............................. Ouve-se
a dor das árvores.

1 Comments:

At 1:20 da tarde, Anonymous Anónimo said...

That's a great story. Waiting for more. »

 

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